Poderá ser o primeiro muçulmano no Senado e dá dores de cabeça a Trump: quem é Abdul El-Sayed?
Candidato democrata pelo Michigan é apoiado por Barack Obama e Kamala Harris.
Candidato democrata pelo Michigan é apoiado por Barack Obama e Kamala Harris.
Caímos na era dos múltiplos riscos. Têm origens diferentes, mas entrecruzam-se e, ocorrendo no mesmo momento histórico, provocam efeitos cumulativos. Para lá da vulnerabilidade política (desastre Trump, incerteza europeia) e da ameaça bélica (passada russa a Leste, instabilidade no Médio Oriente), há também a emergência climática (verão mais quente e mortífero de sempre na Europa) e a vertigem tecnológica (alertas sobre possível "desalinhamento" na IA).
Pôr os olhos em Mamdani e em Burnham é perceber que o caminho passa por se apresentar como alternativa ao centrismo, desde logo ao PS.
Apesar das sondagens mostrarem o descontentamento dos eleitores com o seu primeiro ano do mandato.
Faltam quase três anos para as próximas eleições presidenciais dos Estados Unidos, mas já começa ram as movimentações para saber quem vai correr contra os trumpistas.
Estão marcadas para 2028 e muito pode mudar em mais de dois anos. Mas já se alinham preferências.
A vitória de Mamdani é um alívio para o Partido Democrata, que tenta recuperar o fôlego após a vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais de 2024 e a um ano das eleições intercalares.
Os eleitores de Nova Jérsia, Virgínia, Nova Iorque e Califórnia vão escolher governos estaduais, câmaras, assembleias legislativas estaduais e até o processo de redistribuição de distritos eleitorais.
Não se regem pelas regras do jornalismo, mas (des)informam multidões que os acompanham reli giosamente pelas redes — e começam a competir com os media tradicionais.
Se Mamdani ganhar em novembro, terá três anos até às próximas eleições presidenciais para demonstrar que as suas políticas são capazes de tornar a cidade de Nova Iorque melhor.
Mamdani venceu o ex-governador Andrew Cuomo com uma campanha focada no poder de compra dos nova-iorquinos e impulsionada pelas redes sociais.
À nossa pequena escala, Pedro Nuno também é adepto das “linhas vermelhas”. E, como Obama, também nada faz quando elas são grosseiramente ultrapassadas. Não seria mais prudente ser mais prudente?
"Todo o futuro dos democratas é controlado por pessoas sem filhos. Como é que podemos entregar o nosso país a pessoas que realmente não têm interesse nele?" , questionou JD Vance em 2021.
Evento exclusivo ocorre esta noite no Metropolitan Museum of Art em Nova Iorque, EUA.
Grande fluxo de acessos ao site levou ao 'crash' do Ticketmaster. Situação já está resolvida mas põe em causa um monopólio de bilheteira.
Eleições intercalares vão determinar qual o partido que vai controlar o Congresso nos dois últimos anos. Em disputa estarão 435 lugares na Câmara dos Representantes e 35 lugares no Senado.