O dedo que começa nem sempre é o dedo que acaba
É nestes tempos que estamos. Trump começa e começa depois outra coisa outra vez - é um inaugurador de factos, a cada dia.
É nestes tempos que estamos. Trump começa e começa depois outra coisa outra vez - é um inaugurador de factos, a cada dia.
O respeito pelos direitos fundamentais, pela democracia e pelas liberdades é o terreno comum que sustenta sociedades justas, solidárias e inclusivas. Foi para construir este terreno comum que os fundadores da Associação de Magistrados Europeus pela Democracia e Liberdades o sonharam e criaram.
Só «os grandes estados de alma colectivos têm o poder de transformar uma má percepção em lenda.»
Gouveia e Melo, provavelmente, não atinge essas altas esferas. Mas, em contrapartida, apresenta sondagens um pouco acima de Tino de Rans. Ó diabo: querem ver que é esse o problema?
Como realizador de cinema, Antonio Skármeta rodou vários documentários e longas-metragens. História do carteiro de Neruda foi escrita em 1981.
A linguagem é essencial para a vida em sociedade e para a formação de um chão comum de entendimento entre as pessoas.
O Rei Lagarto passaria a octogenário neste 8 de dezembro. Cantor, poeta, vocalista e alma dos The Doors, deixou-nos em 1971 para se tornar um ícone imortal. Esta é a sua história.
Os ministérios da Saúde, da Economia e dos Transportes vão reunir-se com o gabinete do primeiro-ministro de forma a estabelecerem e coordenarem um plano de ação contra os insetos.
"O Estrangeiro", a partir da obra icónica de Albert Camus, e "As Castro", de Raquel Castro, vão estar em cena no próximo sábado, 24 de junho.
Não estamos a falar de niquices, alguns destes livros são recomendados pelo Plano Nacional de Leitura e foram publicados na editora do Estado. Mega Ferreira e outras figuras assaz extraordinárias (1.ª parte)
A primeira edição portuguesa de "Vida e Andanças de Alexis Zorbás" reintroduz-nos a um dos mais destacados autores gregos – e a uma das mais icónicas personagens da literatura.
Politólogo e professor universitário, prepara-se para lançar em livro as crónicas publicadas na SÁBADO e no CM desde 2015. Diz que escrever sobre a política portuguesa é fazer uma piada sobre uma piada
Há um motivo pelo qual os grandes intelectuais foram chamados a discursar sobre os temas prementes do seu tempo: acrescentam, para lá da sua obra, intuições originais, que nos ajudam a compreender o mundo.
Família "interessava-se por teorias da conspiração" e vivia "afastada da sociedade". Quando polícia bateu à porta de apartamento no 7.º andar, vítimas "saltaram da varanda uma atrás da outra". Apenas um dos filhos, de 15 anos, sobreviveu.
A recente edição de Fome, clássico do Nobel da Literatura Knut Hamsun, em formato de novela gráfica traz à mente outros grandes trabalhos literários em quadrinhos. Relembramos aqui os melhores.
O cronista da SÁBADO e antigo dirigente social-democrata apresenta dia 4 de setembro, na Feira do Livro de Lisboa, o seu mais recente livro: Personalia.