Entre a aritmética eleitoral e a instabilidade sistémica: as presidenciais e o futuro político imediato
A opção encontrada, não declarar apoio formal a nenhum dos candidatos, é, paradoxalmente, a única racional.
A opção encontrada, não declarar apoio formal a nenhum dos candidatos, é, paradoxalmente, a única racional.
São autarcas, deputados, dirigentes e históricos do PSD, CDS e IL que já anunciaram o voto no candidato apoiado pela esquerda.
O ex-ministro de Cavaco Silva fez 80 anos. Gosta de carros, restaurantes e viagens. Casou e foi pai tarde, sobreviveu a uma depressão e fundou o banco BIC em Portugal. Tem a mágoa de nunca ter sido ministro das Finanças.
O “serviço de informações” do PPD era completamente desconhecido, até que o Arquivo Ephemera publicitou a sua existência e divulgou alguns dos seus documentos que estão na exposição.
Durante 88 anos, Balsemão foi quase tudo: jornalista, deputado, fundador do PSD, ministro e primeiro-ministro. Estas são 88 histórias da vida fabulosa e desconhecida do último senador.
O antigo Presidente da República elogiou o papel de Balsemão "na conquista da democracia" e "da liberdade e da independência da comunicação social".
O número dois do Governo salientou o "papel decisivo" de Balsemão na revisão constitucional e na lei de imprensa.
Há um efeito, também, numa ideia de reforço e crescimento agressivo de todo o conjunto das invectivas “trumpianas”.
Trump irá assumir o cargo como cadastrado, com registo na base de dados da polícia de Nova Iorque, mas, sobretudo, chega a presidente com rancor acrescido.
O desvio para a direita está falsificar a história do PPD e do PSD, como aliás se viu com a recente AD, e com a transformação de Sá Carneiro numa estátua e numa missa, e não numa herança de pensamento e acção que bem falta faz ao PSD e a Portugal hoje.
Antigo presidente da Assembleia de República e fundador do PSD Madeira recorda, à SÁBADO, os primeiros passos da história de um partido que se quis de centro-direita e que hoje está ideologicamente "mais confuso". De onde vem e para onde vai o PSD?
O jornalista entrevistou vários companheiros políticos, familiares, amigos e até críticos para traçar o retrato do primeiro-ministro que até hoje vive no imaginário nacional.
O "novo normal" é mentir com todos os dentes da boca e prometer, a todos e a todas, tudo e mais alguma coisa e, pior ainda, quando o mentiroso ou mentirosa é confrontado/a com a falsidade do que afirmou e prometeu, há que continuar a mentir ainda com mais intensidade e veemência.
António é o mais à esquerda dos irmãos Rebelo de Sousa. Crítico do Estado Novo, foi repreendido pela PIDE. Ajudou a fundar o PSD e foi deputado por três partidos. Hoje é do PS – e pediu autorização aos líderes para apoiar o irmão.
Uma maioria absoluta, casos que se sucedem, um Presidente que desgasta o Governo, uma oposição que não se afirma. Onde é que já vimos isto?