Líder supremo do Irão promete "vingar" a morte do pai
Mojtaba Khamenei já havia declarado que a vingança era "uma exigência da nação" e que "certamente" deveria acontecer.
Mojtaba Khamenei já havia declarado que a vingança era "uma exigência da nação" e que "certamente" deveria acontecer.
Washington também restabeleceu as sanções económicas ao petróleo iraniano, que tinha levantado devido ao cessar-fogo.
Mojtaba Khamenei, atual aiatola, falhou a cerimónia por razões de segurança.
Líder Supremo do Irão morreu a 28 de fevereiro mas só vai ser sepultado na próxima quinta-feira.
Milhões de pessoas concentram-se nas ruas da capital iraniana.
Cerimónias fúnebres realizam-se quatro meses depois da morte do antigo líder supremo do Irão.
Com mensagens no Telegram e Snapchat ativou os "soldados das sombras" e "todas as célusas silenciosas". Seguiram-e ataques a sinagogas, escolas e até quatro ambulâncias foram incendidas em Londres. Foi detido na Turquia e está a agora nos Estados Unidos.
Presidente norte-americano disse ainda que o aiatola está envolvido nas negociações.
A ocultação do Líder Supremo Mojtaba Khamenei está condenada ao fracasso devido à cultura político-religiosa do xiismo, à sofisticação da sociedade persa, e à relevância das minorias étnicas no Irão.
Aiatola Mojtaba Khamenei procurou traçar uma linha firme numa altura em que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tenta alcançar um acordo mais abrangente para consolidar o frágil cessar-fogo em vigor na guerra.
Entre Mojtaba Khamenei, o líder supremo 'invisível', o presidente do parlamento e a Guarda Revolucionária, não se sabe ao certo quem está a dar as ordens em tempo de guerra.
Mojtaba Khamenei deixou uma mensagem de incentivo às forças armadas através do Telegram.
Milhares de iranianos participam, esta quinta-feira, numa marcha em Teerão, Irão, para assinalar os 40 dias da morte do líder supremo Ali Khamenei. O aiatóla foi morto nos primeiros ataques dos EUA e Israel ao país.
A aliança entre o líder norte-americano e o primeiro-ministro israelita, assim como a ausência de oposição por parte dos conselheiros de Trump, à exceção de um, colocaram os EUA em guerra com o Irão.
O anúncio feito pelo gabinete de Benjamin Netanyahu contradiz a declaração feita pelo primeiro-ministro paquistanês que afirma que a suspensão das hostilidades também abrange o Líbano.