Centenas manifestam-se contra os despedimentos no Washington Post
Na quarta-feira, o Washington Post despediu centenas de jornalistas, depois da aproximação de Jeff Bezzos, proprietário, a Donald Trump.
Na quarta-feira, o Washington Post despediu centenas de jornalistas, depois da aproximação de Jeff Bezzos, proprietário, a Donald Trump.
Trump mantém a estratégia do caos para neutralizar a Democracia, porque sabe que é nesse caos que pode prosperar com a sua incapacidade e incompotência para governar bem. Só assim pode continuar a confundir milhões de norte-americanos: porque confusão é controlo. Mas teve que somar novos momentos TACO, o principal deles em Minneapolis. Atacar e matar cidadãos norte-americanos nas ruas do seu próprio país foi linha vermelha que até parte da sua base identificou. Só os EUA podem travar os EUA.
Grupo editorial recusou publicar obra sobre o partido de Ventura depois de ter sido entregue pelo autor. Sem explicações, rescindiu contrato.
Não me parece haver qualquer negligência especial face à tempestade que devastou o centro do país. A queixa é tão previsível e tão expectável que mesmo que tudo fosse perfeito haveria sempre críticas.
O caminho em democracia é o percurso do humanismo no tempo. Avançou, recuou, parou?
“É intolerável na nossa democracia. [...] É um desrespeito pelos eleitores. Quando se passa para lá da linha vermelha, eu reajo”, explicou.
"Nós vamos ter uma eleição em que de um lado vai estar André Ventura e, portanto, uma força política responsável, que defenda a democracia, que se empenha no robustecimento do estado social, na igualdade e na autonomia das pessoas, evidentemente que tem de mobilizar todos os votos contra Ventura e é o que o Bloco de Esquerda fará", garante o coordenador do partido, José Manuel Pureza.
Ventura não ganhará. E talvez fosse desejável que fizesse um percurso semelhante ao de Paulo Portas: não para se diluir numa voz indistinta, mas para, defendendo uma visão mais populista da sociedade, abandonar a verve de ameaça direta à democracia que hoje o define.
Laura Fernández disse ser "uma democrata convicta" e "defensora da liberdade, da vida e da família".
Candidato esteve este domingo em entrevista na SIC Notícias onde falou sobre a questão do mau tempo, dos incêndios, do plano internacional e sobre um eventual chumbo do Orçamento do Estado.
É absolutamente necessário - mais, é verdadeiramente indispensável e vital - que a derrota de André Ventura nestas eleições seja esmagadora.
A opinião de Leonor Caldeira em podcast.
O antigo Presidente da República destacou a importância da coesão da sociedade e a 'dignidade', num país 'onde ninguém fique para trás'.
O próximo Presidente da República deverá ser António José Seguro. A rejeição de André Ventura baixou consideravelmente nos últimos dois anos, mas ainda se situa acima dos 60%. O caminho de Seguro para Belém está, por isso, aberto. Ventura pode surpreender e atingir, a 8 de fevereiro, um valor na casa dos 40%. Se assim for, a segunda volta revelará dois vencedores: Seguro ganha a Presidência, o líder do Chega obtém patamar eleitoral que o pode colocar acima de Luís Montenegro. Ainda não é a rutura, mas já será um grande abalo para o regime.
ir defender que não podemos chamar os bois pelos nomes para não assustar nem irritar uma parte dos seus concidadãos é pedir que nos façamos cegos, surdos e mudos perante uma ameaça real à democracia que todos os dias está mais próxima.
Sou, como sabem, um defensor de uma ideia bastante lata da liberdade de expressão