Mark Zuckerberg rejeita apelos para desaceleramento no desenvolvimento da IA
Defende que mecanismos de mercado e risco de ações judiciais já funcionam como principais travões para eventuais abusos.
Defende que mecanismos de mercado e risco de ações judiciais já funcionam como principais travões para eventuais abusos.
Que fez o senhor Franco Malosso? Bem, simples, fez, pelas suas próprias mãozinhas e com a ajuda de uns senhores operários, uma ruína, ali, na zona de Veneto, em Itália. Com cuidados modernos para parecer antigo.
Haver um telemóvel ou um computador que lhe permite ler este texto, ou até a rede social onde encontra a notícia – nada disso seria possível sem os Estados Unidos. Foram os americanos que inventaram as comunicações à distância e até mesmo a Inteligência (Artificial) que hoje compete connosco.
A questão central não é se devemos ou não usar IA para fazer ciência. Essa resposta já foi dada pela realidade: a IA entrou definitivamente nos laboratórios. A questão é quem controla essas ferramentas, com que objetivos, sob que regras e com que grau de transparência.
Não apenas as mãos em Silicon Valley estão a fazer um artesanato perigoso; também a voz, as vozes em Silicon Valley, estão a ficar perigosas.
Para quem lida com a natureza de duplo uso destas ferramentas, o raciocínio é familiar e incómodo: as mesmas perguntas que são valiosas nas mãos de um profissional de cibersegurança ou de um investigador em biologia podem ser perigosas nas mãos de um agente malicioso.
Reportagem na Ucrânia: os ucranianos pretendem matar 50 mil soldados russos por mês. Para isso, confiam em robôs de combate e em novos drones operados através de IA. Moscovo responde com força bruta: enxames de drones assassinos e mísseis balísticos atingem Kiev. A guerra está num ponto de viragem.
Um número crescente de desistências de participantes no programa, por motivos políticos ou éticos, levou a organização a mudar a sua posição em relação ao convite dirigido ao empresário de extrema direita.
Uma notícia recente fala da chegada a Silicon Valley do “filósofo do apocalipse" mais "adorado” pelos malucos da teté-da-cabeça das tecnologias.
António Guterres, secretário-geral da ONU, alertou que o futuro da humanidade não pode ser deixado ao sabor dos "caprichos de alguns multimilionários".
Especialista em inteligência emocional, a brasileira Maryana Rodrigues procurou um rumo em Portugal e usa o humor para ensinar as pessoas a evitar o burnout.
Não faltam mordomias: piscinas aquecidas, spas, segurança 24 horas. As mensalidades dos condomínios disparam na mesma medida, até aos €3.000, que poucos portugueses podem pagar. Brasileiros e norte-americanos dominam a procura. E há quem viva em antigos cinemas e sedes de jornais, convertidos em habitação de luxo com concierges.
Há um ataque em curso que vai contra os cérebros humanos e esse ataque parece ter vários pontos de partida. Isto a propósito do que Macron afirmou por estes dias: “Estamos numa guerra cognitiva com a China”, expressão importante e que, assim formulada, exige reflexão.
O preço do visto eletrónico quase duplica e há vistos com taxas elevadas. Empresas tecnológicas entre as principais afetadas.
Guru, intelectual, milionário, próximo do Presidente, promotor de Vance, parceiro de Musk - e arauto do fim da democracia. Agora vai saber tudo sobre cada americano.
Foi engenheira informática em Silicon Valley, nos EUA. Agora, Joana Botto salva abelhas-do-mel que fazem ninho nas cidades e ensina a importância que os insetos têm na Natureza.