Passos diz que políticos que não querem desagradar a ninguém se tornam "prostitutos sem carácter"
Passos Coelho cumprimentou o líder do Chega e Ventura disse-lhe que tem "sempre saudades de uma grande figura".
Passos Coelho cumprimentou o líder do Chega e Ventura disse-lhe que tem "sempre saudades de uma grande figura".
O ministério que tritura ministros encontrou, finalmente, alguém que conhece a casa por dentro. Os primeiros meses de Luís Neves no MAI confirmam o instinto certo de Montenegro e devolvem ao cargo a competência técnica que vinha em falta.
Newsletter de 21 de maio
O Conselho das Finanças Públicas já alertou que 2027 e 2028 serão anos “muito desafiantes”, contando que o crescimento da economia portuguesa estagnou entre os 1,6% e 2%, ancorado sobretudo no consumo privado e no turismo.
A proposta de estratégia global tem de ser entregue até às 18:00 de segunda-feira, juntamente com 1.500 assinaturas e abarca o período até maio/junho de 2028.
Passos Coelho tem razão nas suas críticas a Montenegro. E mau currículo na mesma matéria.
O antigo primeiro-ministro aponta falhas durante um colóquio académico onde defendeu uma maior capacidade de decisão política e de comunicação das mudanças necessárias ao país.
Entre quem faz donativos partidários há quem, por razões de transparência, discorde abertamente do novo sigilo público sobre quem financia os partidos e as campanhas eleitorais. "Quando dou não me importo que digam que dou", responde Miguel Sommer Champalimaud, que apoiou o Chega. Não encontrámos quem defendesse o bloqueio à divulgação, mas muitos não responderam.
Na loja Mozart, o venerável Nuno Vasconcellos fazia as iniciações de maçons com uma “espada flamejante”. O ritual servia para os avisar de que não podiam trair os segredos da maçonaria.
A próxima biografia publicada com a SÁBADO retrata o político que mais anos esteve no poder na democracia portuguesa, mas que nunca foi biografado. A passagem do tempo tem sido favorável ao homem que teve de lutar ao longo de anos contra a sua timidez, diz o autor.
O cargo passa a ser assumido a partir de quinta-feira por António Vicente.
Há uma coisa que tenho pena de não fazer na vida, ir ao espaço. Eu sei que é uma coisa perigosa, dura, incómoda, mas no meu tempo é aquilo que se pode fazer de ir mais para a frente. Não ter peso, olhar de cima, verdadeiramente de cima, esta cada vez mais infeliz Terra, é uma experiência única. Já vi muita coisa, mas esta faz-me falta.
Bater nos mais frágeis é a melhor maneira de continuar a engordar os mais criminosos.
Trump é a marioneta que eles usam. Trump promete que durante uns dias não haverá ataques, mas logo a seguir Israel com o apoio americano faz novos ataques.
Editor foi também jornalista e secretário de Estado da Cultura no primeiro Governo PSD/CDS liderado por Pedro Passos Coelho.
Vítima de doença prolongada.