Cotrim Figueiredo revela nome do movimento cívico que prometeu em janeiro
Não se chama Portugal à Frente, mas quase. Cotrim Figueiredo deu novidades sobre o movimento cívico-político e diz que já tem 18 mil inscritos.
Não se chama Portugal à Frente, mas quase. Cotrim Figueiredo deu novidades sobre o movimento cívico-político e diz que já tem 18 mil inscritos.
Sente-se vergonha ao assistir à cena de absoluta bajulação com que o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, falou a Trump na sala oval, com beija-mãos, beija-pés, beija qualquer coisa, para pretensamente o acalmar na sua fúria anti-europeia que desagua também na NATO.
O novo vice do partido está a construir o seu próprio caminho debaixo da asa de Montenegro. Palmilha o País e almoça e janta com todos.
O madeirense diz não ter "muito interesse neste PSD” e diz que Montenegro e Passos Coelho são "aves da mesma plumagem”.
O País só mexeu neste círculo vicioso à força, sob alçada da troika e de Pedro Passos Coelho, mas o sistema refugiou-se depois nos alçapões das novas regras e continua vivo. Alimenta-se a clientela, mas também a perceção de que "são todos iguais" e o populista “eles querem é tacho”. É pena darem-lhes assim razão. Ninguém propôs sequer seriamente, PS ou PSD, tapar os buracos que permitem a continuação deste carrossel que envergonha ambos. Mas, pelo menos, já nos poupavam à exibição pública de moralidade fake.
Gostava de ser primeiro-ministro – e no PS há um grupo de influentes disponível para lhe abrir o caminho. Voltou ao espaço mediático em força à espera de uma oportunidade.
No 43.º Congresso do PSD, Luís Montenegro promoveu o seu "bando dos quatro" para vices. Não guardou rancores contra o Chega pelo pacote laboral, mas quis mostrar a Ventura e a Passos quem é o reformista na sala.
Presidente da Câmara da Figueira da Foz regressou ao PSD como militante.
Ministro da Presidência deixou também críticas ao PS, que considerou parecer querer "fazer sofrer o Governo" pelos problemas que deixou após oito anos de governação.
O presidente do PSD afastou hoje um cenário de crise política a prazo em Portugal.
Luís Montenegro deverá ser reeleito.
Estão em claro crescimento. Abrem colégios, espalham comunidades por todo o País ou criam páginas de Instagram que movem dezenas de milhares de pessoas. Há quem esteja em ministérios e no Parlamento. Têm códigos e liturgia própria – tudo para espalhar a Fé.
Apesar de discordar de muitas das afirmações do ex-primeiro-ministro sobre a falta de reformismo do executivo, o ministro das Infraestruturas e Habitação encontra "um caráter mais benévolo" nas suas palavras.
Quando se decide fazer uma greve geral contra um “pacote laboral” moribundo, a motivação torna-se mais interior, menos uma luta contra uma legislação que não vai passar e mais uma exibição de força sindical de per se, e isso nos dias de hoje mobiliza menos e isso torna o resultado menos eficaz.
O antigo primeiro-ministro defendeu que é preciso "mudar de atitude", falando em termos gerais, mas incluindo "quem está no Governo".
Para o líder parlamentar do PS, Eurico Brilhante Dias, "há um passo em frente para uma revisão constitucional alinhada entre a extrema-direita e o PSD".