Chega quer zonas afetadas pelo mau tempo isentas de IMI
O líder do Chega defendeu que esta "é uma questão de justiça", uma vez que os edifícios ficaram danificados pelo mau tempo.
O líder do Chega defendeu que esta "é uma questão de justiça", uma vez que os edifícios ficaram danificados pelo mau tempo.
Cotrim de Figueiredo parece só São João Batista a anunciar o verdadeiro Messias do "reformismo” (se este um dia vier)
O ex-primeiro-ministro Pedro Passos Coelho criticou esta terça-feira, durante uma conferência em Leça da Palmeira, a escolha de Luís Neves para o cargo de ministro da Administração Interna. O antigo governante sublinha que esta escolha abre precedentes que considera graves e coloca em causa a separação de poderes. "Não se pode passar, penso eu, de diretor da Polícia Judiciária para ministro da Administração Interna. (...) Não é um bom sinal que se dá", disse.
É absolutamente vital não deixar permitir por mais tempo a destruição do Estado Social e a deterioração do nível de vida dos portugueses e das portuguesas que é tão propício ao ressurgimento do novo D. Sebastião, ou seja, o verdadeiro herói e líder das Direitas, Pedro Passos Coelho.
Nas suas intervenções recentes, Passos voltou a colocar-se como figura incontornável do centro-direita e da direita democrática. Fê-lo com um discurso claro: crítica à “reforma do Estado em PowerPoint”, denúncia da viciação de concursos públicos, defesa da meritocracia, transparência e exigência na administração.
Os adultos de hoje não querem que os filhos andem lá fora, na tarefa arriscada de serem crianças. Também não querem que andem cá dentro, na Internet – o que implicaria vigilância
Toda esta gente é moralmente corrupta e despudorada, directamente responsável ou conivente, nas esferas de decisão do estado, por actos que lhes propiciem vantagens pessoais ou a terceiros.
Quando vozes de diferentes quadrantes (académicos, antigos governantes, cidadãos comuns) convergem no diagnóstico, talvez seja tempo de deixar de fingir surpresa.
Para o antigo líder do PSD, "quem vai para o Governo e chama as pessoas para preparar uma grande reforma, o que vai gerir é comunicação política". "Reforma não fará nenhuma", atirou.
Criou um jornal, entrevistou Ramalho Eanes, fez de “segurança” de Salman Rushdie, foi preso numa manifestação em Espanha, levou o seu gabinete no Rato para o sótão quando liderava um PS dividido. Largou tudo – e regressou. Em Belém, os boys ficam à porta, vai haver registo público de reuniões e Presidências Abertas “à Soares”.
Seguro poderá entrar para a história não como o melhor, mas como o menos mau. E, nestes tempos, isso parece bastar.
É absolutamente necessário - mais, é verdadeiramente indispensável e vital - que a derrota de André Ventura nestas eleições seja esmagadora.
Candidato continua a colecionar apoios à direita.
Se, nesta segunda volta, André Ventura não crescer significativamente para lá dos seus territórios tradicionais, sobretudo contra um candidato socialista, a “liderança da direita” só servirá como ornamento.
Seguro lidera as intenções de voto não porque Seguro é Seguro, mas porque Ventura é Ventura. Porque os portugueses não querem “três Salazares” (nem um, nem dois), não almejam um Presidente só de alguns, nem um Presidente que ameaça interferir com uma justiça já de si fragilizada
André Ventura recordou que Paulo Portas fez parte do Governo liderado por Pedro Passos Coelho, quando António José Seguro era secretário-geral do PS.