Luís Montenegro subscreve declaração da UE e Canadá que pede "fim rápido" da guerra
Esta manhã, líderes de vários países divulgaram uma declaração conjunta na qual saúdam o cessar-fogo alcançado entre o Irão e os EUA.
Esta manhã, líderes de vários países divulgaram uma declaração conjunta na qual saúdam o cessar-fogo alcançado entre o Irão e os EUA.
Declarações do antigo bastonário da Ordem dos Médicos acabaram por soar mal. No Parlamento, Miguel Guimarães falou ainda do vídeo onde o primeiro-ministro, Luís Montenegro, surge num carro sem cinto de segurança.
As imagens estão a causar discussão nas redes sociais. O vídeo foi colocado na página oficial do Governo e tanto o primeiro-ministro como o motorista aparecem sem cinto de segurança num carro em movimento em Lisboa. Ao NOW o gabinete do primeiro-ministro confirma que, naquele momento, Montenegro não utilizava o cinto, no entanto, indica que o motorista seguia com o cinto colocado, embora tal não seja visível nas imagens divulgadas.
O artigo do Primeiro-Ministro para o Observador pertence claramente à terceira categoria: um exercício de auto-incensação em que o Governo surge como milagreiro de uma Pátria sem rumo.
Faz hoje dois anos que o primeiro-ministro tomou posse.
No discurso na sessão de abertura do 25.º Congresso do Partido Socialista, José Luís Carneiro falou de união, do partido e do país, e desafia Luís Montenegro. Colocou ainda em cima da mesa quatro propostas para o país.
O primeiro-ministro defendeu esta sexta-feira que há vários pontos de concordância entre o artigo de Aníbal Cavaco Silva e a posição do Governo. Luís Montenegro disse que as palavras do antigo Presidente da República incentivam o Governo a prosseguir.
No entanto, o primeiro-ministro não excluiu tomar medidas adicionais de apoio às famílias, de forma gradual, se o conflito no Médio Oriente perdurar.
Segundo Luís Montenegro os descontos “vão existir nas semanas em que o preço médio estiver mais de dez cêntimos acima do que existia [...] antes do primeiro aumento”.
"Não estamos perante a intenção de esconder o que quer que seja mas tão só de esclarecer uma questão jurídica", apontou o Gabinete do primeiro-ministro.
Ainda assim Luís Montenegro admitiu que o facto de Portugal poder ter défice "não significa estar num procedimento de défice excessivo ou num procedimento de desequilíbrio".
Luís Montenegro afirmou que o governo é "sensível ao impacto do aumento" dos preços dos combustíveis na vida dos portugueses e que pretende continuar a acompanhar a evolução do cenário internacional.
Luís Montenegro falava no debate quinzenal no parlamento, onde, além de anunciar medidas para mitigar os efeitos da guerra no Médio Oriente na economia, quis também sublinhar o que chamou de “agenda transformadora” do Governo.
Estas audiências ocorrem no mesmo dia do debate quinzenal com o primeiro-ministro, Luís Montenegro, no parlamento, com início marcado para as 15:00.
Seria de esperar que a esmagadora votação no actual Presidente da República tivesse levado Luís Montenegro a perceber que a sua aliança tácita com o Chega era um caminho repudiado por uma enorme maioria dos portugueses e portuguesas que votaram nessa eleição.
Luís Montenegro foi líder parlamentar enquanto Passos Coelho era primeiro-ministro, nessa altura - e nos anos seguintes - foram bastante próximos, mas o afastamento público tem sido cada vez mais visível.