Um fundo sem fundo
Mais que a incoerência, a questão central é financiar o quê e como. Portugal ainda tem uma dívida elevada e tanto Bruxelas como o Banco de Portugal preveem que o Governo vá incumprir os limites de despesa já no próximo ano.
Mais que a incoerência, a questão central é financiar o quê e como. Portugal ainda tem uma dívida elevada e tanto Bruxelas como o Banco de Portugal preveem que o Governo vá incumprir os limites de despesa já no próximo ano.
No 43.º Congresso do PSD, Luís Montenegro promoveu o seu "bando dos quatro" para vices. Não guardou rancores contra o Chega pelo pacote laboral, mas quis mostrar a Ventura e a Passos quem é o reformista na sala.
Presidente da Câmara da Figueira da Foz desfiliou-se em 2018 para fundar o partido Aliança.
Segundo anunciou este sábado Luís Montenegro.
Responsável pela pasta da Saúde explica, no Congresso do PSD, que "governar não implica ser popular, implica ser responsável".
O dirigente do PSD - que prometeu "continuar na primeira linha do combate político" - disse mesmo que irá obrigar os dois partidos a esse diálogo.
O primeiro-ministro assegurou que o Governo "não vai desistir" de dar a Portugal "condições para que o país seja competitivo e produtivo".
Hugo Soares não poupou nas críticas ao líder do Chega.
Hugo Soares justificou que, no debate de quinta-feira afirmou que a proposta iria ser aprovada, porque é "um homem de palavra", criticando André Ventura por recuar à última hora.
Luís Montenegro deverá ser reeleito.
Seguro justificou o veto ao diploma com a distinção entre "causas humanitárias com reconhecimento constitucional e convencional expresso" e "posições político-partidárias".
A reação do líder da bancada parlamentar do PSD surge no seguimento do discurso do Presidente da República, nas cerimónias do 10 de junho, no qual defendeu que é preciso "coragem prática de fazer escolhas difíceis sem ceder ao populismo".
O antigo primeiro-ministro defendeu que é preciso "mudar de atitude", falando em termos gerais, mas incluindo "quem está no Governo".
Para o líder parlamentar do PS, Eurico Brilhante Dias, "há um passo em frente para uma revisão constitucional alinhada entre a extrema-direita e o PSD".
Mariana Leitão pediu seriedade aos partidos.
Manifestaram vontade de concluir o processo até ao final da próxima sessão legislativa.