Trump considera Comité do Nobel da Paz "corrupto" e diz que Navi Pillay é uma desconhecida
Presidente dos EUA recordou que a líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, lhe ofereceu o seu Prémio Nobel da Paz no ano passado.
Presidente dos EUA recordou que a líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, lhe ofereceu o seu Prémio Nobel da Paz no ano passado.
Desde a declaração do acordo, mais de 1.400 pessoas morreram na Palestina. Os ataques militares não terminaram e a precariedade é crescente.
Numa publicação na rede social X, Telavive tece críticas à decisão de atribuir o Nobel da Paz a Navi Pillay, dizendo que foi "politcamente motivada". A vencedora foi líder da comissão da ONU que acusou Israel de genocídio na Faixa de Gaza.
Jurista sul-africana, de origem indiana, foi Alta Comissária das Nações Unidas para Direitos Humanos.
O evento foi apresentado por Eli Sharabi, um ex-refém em Gaza cuja mulher e duas filhas foram assassinadas no dia do ataque do Hamas.
Uma sirene soou durante um minuto, esta quarta-feira, em Telavive, Israel, para assinalar o terceiro aniversário dos ataques de 7 de outubro de 2023, cometidos pelo Hamas. Esta é uma das várias iniciativas que recordam as 1.200 vítimas mortais e os 251 reféns levados para Gaza.
Hoje assinalam-se três anos desde o colapso do status quo no Médio Oriente. O ataque do Hamas revelou a arrogância da inteligência israelita, mas a resposta letal e isolada de Telavive expôs uma falência ainda maior: a da vontade política da comunidade internacional.
A precariedade, marcada pela "falta constante de água, num verão muito quente, os riscos higiénicos e sanitários", faz aumentar a "instabilidade das famílias", explica especialista.
A newsletter de quarta-feira.
Assinala-se esta quarta-feira o terceiro ano desde o ataque levado a cabo pelo Hamas que desencadeou a guerra.
Piloto indiano evitou na quarta-feira um atentado terrorista.
Cinco pessoas morreram em ataques israelitas durante a noite de sexta-feira na Cidade de Gaza. Equipas de socorro procuraram sobreviventes entre os escombros de um edifício atingido, onde ainda havia pessoas dadas como desaparecidas.
Inquérito parte de uma queixa do Bloco de Esquerda.
"Peço que deixemos de lado as ideologias e as confrontações partidárias", disse o primeiro-ministro espanhol.
O filme foi rodado à noite e rodeado de secretismo, com oficiais dos serviços de informação israelitas e soldados, que dão informações sobre a guerra e o que consideram ser o assassinato sistemático de civis palestinianos.
Os ministros da Segurança Nacional, Itamar Ben Gvir, e das Finanças, Bezalel Smotrich, ambos da extrema-direita, afirmaram que teria ocorrido uma tentativa de fazer cair a aeronave, que transportava 180 israelitas.