Polícias acusados de tortura começaram a prestar declarações esta sexta-feira
Julgamento arrancou esta sexta-feira.
Julgamento arrancou esta sexta-feira.
A exposição mediática das atribulações do caso que tem como principal arguido o ex-primeiro-ministro já motivou uma primeira reforma das leis processuais penais - e vêm mais mudanças a caminho.
Medina abriu consultora financeira depois de ser ministro das Finanças. Galamba é consultor de Energia depois de tutelar a pasta. Cordeiro faz o mesmo no Ambiente e tem como sócio deputado do PS que está na comissão do Ambiente (e que nega estar a fazer lobbying).
Em causa estão comentários feitos no Facebook pelo juiz desembargador Carlos Alexandre em publicações de notícias sobre casos mediáticos.
As declarações de Carneiro surgem na sequência da operação 'Imergente' que investiga a adjudicação de contratos por parte de câmaras municipais e juntas de freguesia.
A nova lei do Tribunal de Contas não é uma reforma, é mesmo um assalto.
Os dois ficam em prisão preventiva depois de terem abandonado duas crianças em Alcácer do Sal.
Casal que abandonou menores em Alcácer do Sal no dia 19 foi ouvido esta sexta-feira em tribunal e conheceram sábado as medidas de coação.
Magistrado acusa Ministério Público de o perseguir e difamar "em retaliação" pela forma como decidiu no caso da Operação Marquês.
Dos três crimes de corrupção, os mais graves de que o ex-primeiro-ministro está acusado, um prescreve em junho, outro pode prescrever em julho do ano que vem e a maior parte da prova do terceiro vai cair até ao fim de 2028 - tudo antes do fim do processo, que dificilmente acontecerá antes de 2030.
Sócrates e Armando Vara ficam livres da corrupção passiva em junho. Juiz do processo mais pequeno vai para o Conselho Superior da Magistratura.
Em causa está a indicação de Maria Carolina da Cunha Santos para o Conselho Superior da Magistratura e de Maria Villaret Frischknecht para o Conselho Superior do Ministério Público.
Rui Gomes da Silva e Fernando Silva são dois dos nomes avançados por André Ventura.
Ex-PGR mandou reabrir investigação por duas vezes, mas MP concluiu sempre o mesmo: o juiz Vaz das Neves não cometeu crimes.
A “cartilha” italiana do Presidente Mattarella tem alguns pontos de contacto com as exigências que se colocam ao Presidente Seguro
O antigo primeiro-ministro considerou José Preto poderia ter continuado no julgamento se houvesse um "mínimo de consideração pessoal e de delicadeza humana" por parte dos juízes.