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Julgamento Marquês e prescrições: como a Justiça e Sócrates correm contra o tempo

Bruno Faria Lopes
Bruno Faria Lopes 12 de maio de 2026 às 23:00

Dos três crimes de corrupção, os mais graves de que o ex-primeiro-ministro está acusado, um prescreve em junho, outro pode prescrever em julho do ano que vem e a maior parte da prova do terceiro vai cair até ao fim de 2028 - tudo antes do fim do processo, que dificilmente acontecerá antes de 2030.

Um dos três crimes de corrupção passiva por que José Sócrates está a ser julgado na vai prescrever no próximo mês, mas não é o único sob alto risco de cair na secretaria. A ameaça estende-se aos outros dois de que o ex-primeiro-ministro está acusado, sobre alegados favorecimentos ao Grupo Lena e ao Grupo Espírito Santo/PT - o primeiro poderá prescrever já em julho do próximo ano e, no segundo, a maior parte da prova prescreve até dezembro de 2028.

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