Concertos, futebol e viagens: 26 planos para cumprir em 2026
Não temos bola de cristal mas arriscamos prever um ano bem vivido. De festivais a mesas em que vale a pena sentar-se, juntamos 26 boas razões para entrar em 2026.
Não temos bola de cristal mas arriscamos prever um ano bem vivido. De festivais a mesas em que vale a pena sentar-se, juntamos 26 boas razões para entrar em 2026.
A fazer uma pausa sabática, em nome da saúde mental, admite que a família sofreu com a carreira dele. Aborda a infância, os tempos de defesa-central e conta histórias que viveu da Grécia a Inglaterra e os convívios com os melhores treinadores, casos de Klopp, Guardiola ou Mourinho.
Da cultura à política, recordamos as figuras públicas portuguesas que marcaram o País e morreram no ano que agora termina.
Já mostrou, tal como queria, que é muito mais do que o Boinas. Enquanto, no palco, trata da crise da meia-idade a rir, atrás das câmaras realiza o sonho de dirigir um filme sobre a sua terra.
António Ramalho Eanes, general e Presidente da República, com a sua assinalável sabedoria e enorme bom-senso, disse que essa é uma data que deve ser assinalada e recordada, mas não comemorada.
A temporada das novas colheitas e uma mão cheia de exposições estreantes dominam as propostas para este fim de semana.
Depois de ter anunciado um afastamento dos palcos, após ter sofrido um AVC, Maria João Pires revelou este fim de semana que terminou a carreira como intérprete.
DeJohnette começou a carreira como pianista, depois de uma formação clássica iniciada na infância. A bateria impôs-se mais tarde, na adolescência.
A sua obra desenvolveu-se em diálogo constante com a paisagem, não apenas como tema romântico, mas como ponto de partida para explorar a perceção.
Mobilizou assessores pagos pela autarquia, usou espólio fotográfico e recorreu a equipamentos para filmar, fotografar e divulgar o livro, de cujos direitos e proveitos beneficiou. Justifica que o livro era para "prestar contas aos munícipes"
Em mês de férias, Lisboa e Porto mantêm agendas culturais frescas para quem fica na cidade. Eis os livros, concertos e palcos a não perder este mês.
Já é conhecido o nome do novo diretor artístico do Teatro Nacional do Porto: o coreógrafo Victor Hugo Pontes foi o escolhido, em concurso internacional.
A estreia de uma ópera do cantor Dino D'Santiago, "O Julgamento de Pelicot", de Milo Rau e "Pemba", de Kiluanji Kia Henda, destacam-se na programação da Bienal de Artes Contemporâneas 2025, que decorre em Lisboa e Madrid.
"É muito importante saber exatamente como é que o SNS vai funcionar, com que meios, com que organização, com que liderança e com que capacidade de resolver esses vários problemas, esses e outros", defendeu o Presidente da República.
"Nôt", da coreógrafa Marlene Monteiro Freitas e "La distance", nova peça do diretor artístico do festival, Tiago Rodrigues, são duas das muitas propostas de Avignon este ano.
Salomon era diretor-adjunto e curador chefe do museu de artes Frick Collection, em Nova Iorque, e foi escolhido após um processo de recrutamento internacional.