O dia C da democracia
A Constituinte sobreviveu a um cerco (que Pinheiro de Azevedo alvitrou terminar à bomba), golpes e contra-golpes, a deputados sem salário e a muitos berros de “fascista”. Terminou em júbilo e hino: cumpriu a missão.
A Constituinte sobreviveu a um cerco (que Pinheiro de Azevedo alvitrou terminar à bomba), golpes e contra-golpes, a deputados sem salário e a muitos berros de “fascista”. Terminou em júbilo e hino: cumpriu a missão.
Há corrida para Belém? Então, há chatices no largo do Rato (a não ser que o candidato esteja à procura da reeleição). Por causa das Presidenciais, suspendeu-se o pai fundador, criaram-se fações num sótão e estragaram-se belas amizades.
Não são poucos os que cultivam a ausência de memória para passarem incólumes. Vem isto a propósito de Arons de Carvalho, Pedro Silva Pereira, Silva Carvalho, Pedro Nuno Santos, a ministra da Saúde e os comentadores infalíveis.
Teria continuado no governo após a vitória de Ramalho Eanes nas presidenciais de dezembro de 1980? Ter-se-ia remetido ao exílio ou criado um novo partido? Ou poderia ter sido presidente da República no lugar de Mário Soares?
A questão de transmitir ou não touradas não depende da "opinião de A, B ou C", mas é "quase institucional", apontou a provedora, assegurando que a RTP "não pode ir contra o Conselho Geral Independente", explicou Ana Sousa Dias.
Sócrates concretizou mesmo alguns dos seus sonhos mais húmidos em matéria de controlo da comunicação social. Meteu os seus homens na Global, Joaquim Oliveira, primeiro, e depois usou das influências do advogado Proença de Carvalho.
Fonte dos socialistas indica ainda que o convite "foi aceite". Os novos órgãos nacionais do partido vão ser eleitos no congresso que vai decorrer entre 5 e 7 de janeiro.
Um meteu-se na política quando ainda dava erros de português e nunca mais saiu. Gosta de negociações e de puzzles, políticos e dos outros. O professor que lhe deu 17 viria a achá-lo um otimista irritante. O outro é teimoso, bem-humorado e um otimista. Ceder para agradar não é o seu estilo. Hoje as eleições jogam-se entre estes dois homens.
Há mais de três milhões documentos a serem trabalhados que vão revelar os lados escondidos do antigo Presidente, que guardava tudo.
Defendeu presos políticos como o comunista Domingos Abrantes. Spínola considerou-o um perigoso esquerdista e o embaixador dos EUA Carlucci descreveu-o como “fala-barato”. Enfureceu várias vezes Soares e avançou para a câmara de Lisboa quando ninguém no PS queria.
São doze as duplas que apresentaram candidaturas para suceder à equipa liderada por Gonçalo Reis. Entre os vários nomes apontados como candidatos à administração da RTP está o presidente da Lusa, Nicolau Santos, em parceria com Hugo Figueiredo, administrador da RTP para a área dos conteúdos.
Sabem como é que se percebe que o CDS afinal não está assim tão mal? Quando Nuno Melo admite ser candidato à liderança percebemos que ainda há virtude em quem lá manda. Melo é o grau zero dos políticos e da política. Para mim.
Sérgio Sousa Pinto acusou o novo secretário-geral de estalinismo por ter omitido o seu nome dos agradecimentos. Miguel Costa Matos diz reconhecer a importância de Sousa Pinto.
Miguel Matos na série de antigos líderes da JS que mencionou no discurso de vitória, não se referiu nem a Sérgio Sousa Pinto, nem a António José Seguro.
Entrevistar a patroa nunca é tarefa fácil. É-se apontado por isto ou aquilo. Uma evidência. Mas ver a conversa entre Cristina Ferreira e três jornalistas experientes (o entrevistador e “os meninos”) foi confrangedor.
Alguns vieram do Norte de África e fixaram-se nos Açores e no Alentejo. Outros fugiram à perseguição da Alemanha nazi e acabaram por ficar em Lisboa.