Transportes, escolas e hospitais: o que esperar da greve de 3 de junho
Há cada vez mais adesão à greve geral marcada para esta quarta-feira, 3 de junho.
Há cada vez mais adesão à greve geral marcada para esta quarta-feira, 3 de junho.
Conheça um resumo das principais alterações previstas ao Código do Trabalho.
A greve geral convocada pela CGTP encontrou adesão em vários setores, da saúde e educação aos transportes. Está marcada para o início do próximo mês.
Proposta foi aprovada em Conselho de Ministros na quinta-feira passada.
No Serviço Nacional de Saúde (SNS) faltam atualmente cerca de 800 médicos de família, deixando cerca de 1,6 milhões de utentes sem médico atribuído, e sublinha que muitos serviços essenciais, como urgências, continuam a encerrar.
O evento, que decorre de 29 a 31 de maio no Porto, contará com concertos de Cybotron, You Origin, Mão Morta e Conan Osiris, entre outras propostas multidisciplinares.
O secretário-geral explicou que o horário dos professores está dividido em componentes letiva, não letiva e de trabalho individual, que faz que os docentes trabalhem "mais de 50 horas por semana".
António Filipe disse compreender os trabalhadores que adiram à greve geral de 11 de dezembro contra o pacote laboral do Governo.
Pode comprar dois dias de férias ou cumprir serviços mínimos no abastecimento alimentar. Desde 2009, esta é a 26ª vez que o Código do Trabalho vai ser alterado. Conheças as principais mudanças.
A “Big Beautiful Bill”, aprovada no Senado com o desempate do vice-presidente Vance após três senadores republicanos terem votado contra, é a expressão de toda uma Presidência: Trump tira aos pobres para dar aos ricos. É “Robin Hood” ao contrário. Legal, sim. Mas profundamente imoral.
Este fim de semana traz programação em Serralves durante 50 horas, eventos de vinhos em Lisboa e Alentejo, um festival em Cascais e muitos concertos - incluindo para crianças.
Durante 50 horas, Serralves estará em festa, com concertos - com destaque para o dos britânicos Spiritualized - e espetáculos de dança como "20 Dancers for the XX Century", de Boris Charmatz.
"Em média, um em cada dois docentes teve uma hora extraordinária adicionada ao seu horário de trabalho", revelou o secretário-geral da Fenprof, baseando-se no levantamento feito em 203 agrupamentos de escolas de todo o País, que representam 25,1% da totalidade de estabelecimentos de ensino.
Desta sexta-feira até domingo, 2 de junho, vai ser possível ver artistas de música, teatro e dança no Porto. O Serralves em Festa, de entrada livre, está de volta, com África Negra e Tangerine Dream.
Os professores têm a decorrer, desde o início do ano letivo, uma greve como forma de protesto às horas a mais que fazem semanalmente, explicou o líder da federação, que recentemente divulgou um inquérito nacional que revelava que os docentes trabalhavam, em média, mais de 50 horas por semana.