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Rita Rato Nunes
A unidade de saúde do Carregado tem apenas um médico de família em permanência, que não consegue dar resposta à quantidade de utentes que precisam da sua ajuda.
Milhares de utentes passam noites ao relento à porta dos centros de saúde na esperança de conseguir uma das poucas senhas disponíveis para uma consulta. Com a falta de médicos de família, os doentes ficam esquecidos e sem resposta. Cármen tem 19 anos, não trabalha devido a um problema na coluna e está à espera de uma operação. Só queria renovar a baixa. Foi a primeira a chegar na esperança de conseguir uma das poucas senhas disponíveis para uma consulta para o dia seguinte.
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