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Tribunal húngaro rejeita colocar Rui Pinto em prisão preventiva

Carlos Rodrigues Lima
Carlos Rodrigues Lima 13 de fevereiro de 2019 às 17:41

Ministério Público tinha pedido prisão preventiva, mas Rui Pinto ficará a aguardar a decisão de extradição para Portugal em prisão domiciliária.

Um tribunal de segunda instância da Hungria decidiu manter Rui Pinto, o alegado hacker do Benfica, em prisão domiciliária e não transferi-lo para uma cadeia, de forma a aguardar preso preventivamente o desenrolar do processo de extradição para Portugal. O pedido de prisão preventiva tinha sido formulado pelo ministério público húngaro. A decisão do tribunal é do dia 7 de fevereiro.

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