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Líder do Livre salientou a importância da candidatura de Jorge Pinto num jantar-comício em Guimarães.
O porta-voz do Livre Rui Tavares defendeu, na quinta-feira à noite, que nas eleições presidenciais "não é a lógica partidária que deve imperar" dado o momento vivido pela democracia em Portugal e no mundo.
Rui Tavares , porta-voz do livreMIGUEL A. LOPES/LUSA
"O Jorge e eu somos do mesmo partido. Mas, francamente, numas eleições presidenciais não é a lógica partidária que deve imperar. E não é essa que nos deve preocupar. E saber o que é que conta a seguir para, se um partido vai crescer, vai diminuir, vai recuperar, o que quer que seja, francamente, no momento que estamos a viver para a nossa democracia, para a democracia no mundo, isso deve ser a menor preocupação", defendeu.
Rui Tavares, que discursava num jantar-comício da candidatura presidencial de Jorge Pinto, em Guimarães, considerou que uma "candidatura feita unicamente nessa lógica é uma candidatura que não estaria à altura do momento histórico" atual.
O líder do Livre salientou a importância da candidatura de Jorge Pinto neste contexto porque "alia convicção e consciência" e criticou quem quis ouvir as palavras do candidato nos últimos dias "pela metade".
"Quando ouvimos o Jorge a falar, por muito que depois, no comentário, queiram ouvir apenas pela metade, na verdade quem ouviu, o concidadão do Jorge Pinto, percebeu perfeitamente o que é que o Jorge Pinto está a dizer. O Jorge Pinto está a dizer que é preciso estar nesta candidatura para marcar a agenda", acrescentou.
Antes, no mesmo discurso, Rui Tavares argumentou que as pessoas entendem que Jorge Pinto, "por trás da névoa, do fumo e do barulho do comentário permanente", fala com genuinidade e autenticidade e entendem que é "alguém que está a pensar enquanto está a falar".
"E isso significa às vezes falar menos redondo, mas significa também acreditar em tudo e cada palavra do que se está a dizer", considerou.
Rui Tavares explicou que, com o apoio à candidatura de Jorge Pinto, estão a ser "lançadas as bases de um movimento por uma democracia que se defenda a si mesma" e sublinhou a necessidade de "marcar a agenda para influenciar outros candidatos", "esclarecer a opinião pública" e garantir que em Portugal há "uma democracia que não se deixa levar assim".
Também esta noite discursou a deputada do Livre Filipa Pinto que defendeu que é preciso, nesta campanha eleitoral, convencer toda a gente de que Jorge Pinto "é aquele que estará em todas as situações que o país precisar para defender esta democracia que custou tanto a conquistar".
Rui Tavares defende que nas presidenciais "não é lógica partidária que deve imperar"
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