O hacker português, que escreveu sobre as eleições no X, assegura que não é "de esquerda, nem de direita".
Rui Pinto, que recentemente foi impedido de entrar no Japão devido à sua condenação no Football Leaks, revelou no X que já votou no Chega. "Não sou de esquerda, nem de direita, e não tenho pruridos em dizer que já votei pontualmente no Chega, como voto de protesto e estratégico", escreveu, num texto publicado este domingo.
Rui PintoDR
No entanto, o desabafo serviu para tecer uma crítica a André Ventura, presidente do Chega e atual candidato à presidência da República. Um líder político que Rui Pinto descreve como "um pseudo-messias da mudança". "Não há ali um plano a médio/longo prazo para o país, com cabeça, tronco e membros, apenas soundbytes de um oportunista que manipula com sucesso um segmento da população mais descontente", lê-se na publicação.
Não sou de esquerda nem de direita, e não tenho pruridos em dizer que já votei pontualmente no Chega, como voto de protesto e estratégico. Portugal precisa de uma alternativa. Portugal precisa de mudanças profundas, e de verdadeiras reformas estruturais a todos os níveis, mas…
O desabafo acabou por merecer algumas críticas, seguidas de reações de Rui Pinto. Numa das respostas, o hacker justifica que o voto de protesto no Chega teve o "objetivo de colocar pressão nos partidos tradicionais para corrigirem os maus vícios".
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