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O presidente do PSD começou por dizer que a base de trabalho seria o projeto-lei dos sociais-democratas, mas acabou por admitir que o acordo poderá evoluir para um novo texto.
O presidente doPSDconsiderou esta quarta-feira haver margem para um acordo com o PS para uma nova Lei de Bases da Saúde, estando os sociais-democratas a identificar as propostas que considera essenciais, nas quais inclui as PPP.
Questionado, na sede nacional do PSD, se há margem para um entendimento com o PS, Rio respondeu: "Eu penso que sim".
O presidente do PSD começou por dizer que a base de trabalho seria o projeto-lei dos sociais-democratas, mas acabou por admitir que o acordo poderá evoluir para um novo texto, que surja da conjugação do do PSD com o do Governo.
"O contacto foi feito ao nível parlamentar. A bola está do nosso lado, porque na especialidade o PS votou praticamente contra todas as nossas propostas (...) Não vamos exigir tudo, porque isso não seria negociar de boa fé, vamos ver o que para nós é essencial, para lá das PPP (Parcerias Público-Privadas)", afirmou.
Questionado se a referência às PPP tem de estar explícita numa nova Lei de Bases - a atual é omissa -, o líder do PSD respondeu afirmativamente: "O que nos entendemos é que o princípio deve ficar consagrado no texto da Lei de Bases", afirmou.
Rioadmite que estas conversações com o PS no final do processo - depois de terem falhado as negociações à esquerda - possam gerar críticas internas, mas salientou que "desde o primeiro dia" na liderança do PSD que prometeu que se focaria no interesse publico.
"Se eu agora amuasse porque o PS falou primeiro com PCP e BE, eu não estava a servir os portugueses em rigorosamente nada", afirmou, considerando que "é do interesse público" que possa haver nova Lei de Bases.
Rio considera que há margem para acordo com PS na Lei de Bases da Saúde
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