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Caso está praticamente parado há cerca de sete meses.
Passados praticamente dois anos da morte de Sara Carreira, o processo judicial voltou à estaca zero, depois de o Tribunal da Relação de Évora ter dado razão à juíza de instrução criminal de Santarém que tinha anulado a acusação contra Ivo Lucas e Cristina Branco, indica o Correio da Manhã.
A juíza tinha considerado que os procuradores não foram claros e que não tinha ficado suficientemente explicito se os dois arguidos estão indiciados pelo crime de homicídio por negligência simples ou por negligência grosseira, um dado que altera substancialmente a aplicação de pena.
Os pais de Sara Carreira - que são assistentes no processo – consideraram que a morte da filha é igualmente responsabilidade de Paulo Neves (o condutor que se despistou e espoletou o acidente). Assim, o tribunal pediu que o Ministério Público se pronuncie se o arguido deve ou não ser acusado dos crimes de homicídio negligente ou de condução perigosa.
Perante as divergências, o processo está parado há cerca de sete meses. Sara Carreira, filha do cantor Tony Carreira, morreu na sequência de um acidente na A1.
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