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Empresa do ramo da segurança privada é suspeita de associação criminosa, fraude contra a segurança social, fraude fiscal e falsidade informática.
A Polícia Judiciária (PJ) anunciou esta quinta-feira a apreensão, no Grande Porto, de mais de 686 mil euros, depositados num cofre bancário, no âmbito de uma investigação por fraude que "causou prejuízo de milhões" ao Estado.
Polícia Judiciária apreende mais de 686 mil euros a empresa de segurança privadaSérgio Lemos
Em causa está a atuação de uma empresa do ramo da segurança privada, respetivos administradores e um terceiro elemento com funções ao nível da gestão de pessoal, que foi investigada por suspeita de associação criminosa, fraude contra a segurança social, fraude fiscal e falsidade informática.
Segundo a PJ, os suspeitos recorreram a um "expediente fraudulento" para camuflar o pagamento de trabalho suplementar prestado pelos seus colaboradores, "subtraindo-o ao cumprimento das obrigações fiscais e contributivas". Com este comportamento, causaram "um prejuízo significativo" ao erário público, que, no que respeita a contribuições para a Segurança Social, "poderá ascender a mais de três milhões de euros", explicou a polícia em comunicado.
De acordo com a PJ, em fase anterior da investigação, foram realizadas diversas buscas domiciliárias e não domiciliárias, das quais resultou a constituição de quatro arguidos, bem como a detenção de uma pessoa pela prática do crime de detenção de arma proibida.
Nessas diligências, foram ainda apreendidos montantes significativos em numerário, material informático, designadamente smartphones, computadores portáteis e suportes de armazenamento digital, documentação diversa relacionada com a gestão de recursos humanos, incluindo mapas de horas e registos de trabalho, bem como uma arma de fogo e respetivas munições.
Com a apreensão agora efetuada, o valor global de numerário apreendido no âmbito dos autos "ultrapassa um milhão de euros, o que vem reforçar os indícios já recolhidos quanto à dimensão da atividade ilícita em investigação". O inquérito é titulado pelo Ministério Público de Santa Maria da Feira.
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