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Líder dos tarefeiros: "Tem de acabar a impunidade na prestação de serviços"

Bruno Faria Lopes , Rita Rato Nunes 02 de junho de 2026 às 23:00

Nuno Figueiredo e Sousa denuncia a falta de controlo do trabalho à hora no SNS, diz que proibir o trabalho à hora para médicos acabados de sair do SNS é inconstitucional e diz que “todos os dias” tem médicos a pedirem-lhe para paralisar as urgências.

Pouco passava das 14h30, a hora combinada, quando Nuno Figueiredo e Sousa chegou ao Club de Golfe do Fojo, em Vila Nova de Gaia, perto de onde mora. Vinha com um saco de tacos de golfe, pronto para um treino. À noite teria um turno na urgência do hospital de Santo António, no Porto, como médico tarefeiro. Figueiredo e Sousa, que tem a alcunha Doutor Lipito, lidera a futura associação dos médicos tarefeiros – futura porque, conta, ainda não passou a fase do registo do nome. O médico afirma que falta controlo sobre o trabalho dos tarefeiros no SNS, incluindo da sua qualidade, e defende a integração gradual destes profissionais no Estado – a que preço, e a que ritmo, será um ponto a batalhar.

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