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Cotrim Figueiredo envia carta a Montenegro e compromete-se a ser aliado se avançar nas reformas

Em sua opinião, é essencial que o próximo Presidente da República colabore construtivamente com o Governo para poder mudar Portugal e devolver a esperança aos portugueses.

O candidato presidencial Cotrim Figueiredo enviou esta quinta-feira uma carta ao primeiro-ministro comprometendo-se a ser um aliado do Governo e a dar-lhe "respaldo político" se decidir avançar com reformas na saúde, economia e segurança social.

Cotrim Figueiredo propõe aliança a Montenegro para reformas em Portugal
Cotrim Figueiredo propõe aliança a Montenegro para reformas em Portugal PAULO NOVAIS/LUSA

"Quero informar-vos que dirigi hoje uma carta ao senhor primeiro-ministro, carta essa que tornarei pública, em que me comprometo a ser um aliado do Governo e a fornecer o respetivo respaldo político se o Governo optar decididamente e corajosamente por introduzir mudanças substantivas, reformas se quiserem chamar-lhe assim, nomeadamente em três áreas", revelou o também eurodeputado durante o discurso num jantar de campanha em Vila Nova de Gaia, no distrito do Porto.

As três áreas em questão são as da saúde, da economia e da segurança social, especificou, acrescentando que estás são áreas essenciais e que precisam mesmo de reformas profundas.

"Espero que o senhor primeiro-ministro veja nesta missiva e nesta abertura um sinal de que estarei ao lado de qualquer Governo que entenda proceder a reformas corajosas e, muitas delas, tantas vezes adiadas por falta de condições políticas", apontou.

Enquanto se ouviam aplausos na sala, onde estavam cerca de 175 apoiantes, Cotrim Figueiredo frisou que tenciona dar essas condições políticas ao Governo de Luís Montenegro.

Em sua opinião, é essencial que o próximo Presidente da República colabore construtivamente com o Governo para poder mudar Portugal e devolver a esperança aos portugueses.

"Aos portugueses que estão desesperados com os problemas na saúde, na educação, nos salários baixos, na habitação e na justiça", assinalou.