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"António José Seguro é o garante dos valores democráticos e constitucionais", disse o líder socialista.
O secretário-geral do PS apelou esta quinta-feira aos socialistas para que não fiquem em casa no domingo e votem em António José Seguro, o candidato presidencial que tem a maturidade política necessária para colocar "as prioridades que importam às pessoas".
José Luís Carneiro apela ao voto no PS e em SeguroMANUEL DE ALMEIDA/LUSA
"Só há um dia 18, não há dois dias 18. Os democratas não podem falhar. Os socialistas têm deveres especiais: que não haja um socialista que fique em casa. Por um voto se ganha, por um voto se perde", começou por salientar José Luís Carneiro, numa declaração aos jornalistas na sede do partido, em Lisboa.
O secretário-geral socialista lembrou que "votar é um dever" e que "a escolha a fazer é de uma grande responsabilidade", considerando mesmo que "nunca como até hoje, desde 1976, foi um ato de tamanha responsabilidade".
"António José Seguro é o garante dos valores democráticos e constitucionais, é o garante da nossa Constituição. Provou, aliás, na campanha - uma campanha positiva, construtiva, elevada - que tem a experiência e a maturidade políticas para respeitar os adversários, para colocar as prioridades que importam às pessoas: a saúde, a habitação, o salário, a economia, os jovens", enumerou.
Para José Luís Carneiro, o candidato apoiado pelo PS para as eleições presidenciais mostrou "equilíbrio e bom senso no tratamento de matérias tão sensíveis como a Defesa e política externa, num tempo de tamanho desafio geopolítico" para a ordem internacional e "também para Portugal".
"Quero apelar a todos os socialistas, a todos os sociais-democratas, humanistas, democratas-cristãos, para que não fiquem em casa, para que vão votar. Cada voto conta. E quero apelar a uma grande maioria de portuguesas e de portugueses que querem viver numa sociedade e num Estado, num país decente, [...] para que vá votar e para que vote em António José Seguro", reforçou.
Questionado sobre se o seu apelo ao voto em António José Seguro também se estende à esquerda, esclareceu que se dirigia "à grande maioria" de portugueses que "já votaram em diferentes partidos", instando-os a terem em conta "o momento especialmente exigente que vivemos hoje na nossa sociedade, na nossa democracia, no Estado de Direito, na vida internacional".
"Olhem bem para o perfil daquele que querem que venha a ser o Presidente da República. É por isso que o meu apelo é para todas e para todos", completou.
O líder do PS deixou ainda uma palavra de "especial gratidão" aos militantes, dirigentes, militantes anónimos, autarcas, de todo o país, "que se mobilizaram para esta candidatura, que se mobilizaram com elevação, com educação, com sentido de respeito pela diversidade e pela pluralidade de opiniões".
"Agradecer a todas e a todos pelo contributo que deram para termos tido uma campanha elevada, uma campanha de serviço público, uma campanha que respeite os valores que hoje estão em causa, a defesa da democracia e a defesa da Constituição", concluiu.
Os portugueses elegem no domingo o sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa, numas eleições presidenciais com recorde (11) de candidatos e cuja segunda volta, a realizar-se, decorrerá em 08 de fevereiro.
Carneiro pede que não haja um socialista "a ficar em casa" e apela ao voto em Seguro
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