Investigador foi visado num capítulo do livro "Má conduta sexual na Academia - Para uma Ética de Cuidado na Universidade", onde três investigadoras que passaram pelo CES também acusaram Boaventura de Sousa Santos de assédio.
Bruno Sena Martins terminou, "por mútuo acordo, a relação laboral existente e o vínculo entre o investigador associado e a instituição, com efeito imediato", avança o Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra em comunicado enviado às redações.
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O antropólogo, que era investigador do CES desde 2011, foi acusado de violação pela norte-americana Miye Nadya Tom. Os abusos terão ocorrido em 2011.
No dia 17 de março o CES tinha informado que um inquérito interno não encontrou razões para abrir um processo disciplinar contra Bruno Sena Martins, visado num capítulo do livro "Má conduta sexual na Academia - Para uma Ética de Cuidado na Universidade", onde três investigadoras que passaram pelo CES também acusaram Boaventura de Sousa Santos de assédio.
Depois de conhecido o resultado do inquérito, outras duas mulheres, uma peruana e uma brasileira, vieram, esta semana, acusar o investigador de abuso sexual. Esta queixas são relativas a factos que terão acontecido em 2017.
A direção do centro de estudos partilha ainda "reconhecer como válidas e relevantes as conclusões e recomendações contidas no relatório da Comissão Independente, estando comprometida com o desenvolvimento e implementação de uma política eficaz de prevenção e combate de todas as formas de assédio e abuso".
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Enquanto nos digladiamos com as frivolidades quotidianas, ignoramos um problema de escassez estrutural que tratará de dinamitar as nossas parcas possibilidades de liderarmos o pelotão da economia do futuro, para a qual não estamos minimamente preparados.
Os momentos mais perigosos da História não são aqueles em que tudo colapsa, mas aqueles em que todos fingem que nada está a mudar. Em 1026, ninguém previa a avalanche de transformações que se seguiria.