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António Costa diz que candidatura do Porto era "das melhores"

20 de novembro de 2017 às 19:12
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O primeiro-ministro considerou que a candidatura do Porto à Agência Europeia do Medicamento era "das melhores" e deixou "uma mensagem de parabéns" à cidade.

O primeiro-ministro considerou hoje que a candidatura do Porto à Agência Europeia do Medicamento (EMA) era "claramente uma das melhores", endereçando "uma mensagem de parabéns" à cidade e ao presidente da autarquia, apesar da eliminação na votação.

"Deixo ao Rui Moreira [presidente da câmara do Porto] e ao Porto uma mensagem de parabéns pela candidatura à EMA, claramente das melhores. O resultado confirma o Porto como uma grande cidade europeia e o seu extraordinário potencial. Continuaremos a trabalhar", lê-se numa mensagem de António Costa publicada na rede social Twitter, quando ainda não era conhecida a cidade escolhida para acolher a futura sede da EMA.

Deixo ao Rui Moreira e ao Porto uma mensagem de parabéns pela candidatura à EMA, claramente das melhores. O resultado confirma o #Porto como uma grande cidade europeia e o seu extraordinário potencial. Continuemos a trabalhar.

A cidade do Porto foi hoje eliminada na votação no Conselho da União Europeia para escolher a futura sede da EMA, que vai abandonar o Reino Unido devido ao 'Brexit'.

Após um empate na terceira volta da votação realizada hoje em Bruxelas, a cidade holandesa de Amesterdão foi a escolhida, ao bater Milão (Itália) por sorteio.

Na primeira volta da votação para a sede da EMA, o Porto recolheu 10 votos, tendo sido a sétima cidade mais votada, a par de Atenas, e atrás de Milão (25 votos), Amesterdão e Copenhaga (ambas com 20) -- tendo estas três passado à segunda volta -, Bratislava (15), Barcelona (13) e Estocolmo (12).

Os outros candidatos que hoje se apresentaram a votos eram Bona (Alemanha), Lille (França), Sófia (tiveram todas 3 votos na primeira volta); Viena (4), Bruxelas e Helsínquia (ambas com 5 votos), Bucareste e Varsóvia (7).

A EMA, cuja localização em Londres terá de mudar devido à saída do Reino Unido da UE, conta atualmente com 890 trabalhadores e recebe cerca de 35 mil representantes da indústria por ano.