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Máquina que abriu túneis em Lisboa vai ficar soterrada: "É um equipamento muito grande"
A solução foi apresentada como a mais viável do ponto de vista económico. Câmara vai pagar quase dois milhões para 'enterrar' a tuneladora.
A máquina tuneladora usada no Plano Geral de Drenagem de Lisboa (PGDL) já não vai ser retirada do subsolo, como estava previsto inicialmente. O consórcio responsável pela obra, constituído pela MEEC/SPIE (Mota-Engil e Spie Batignolles Internacional), apresentou uma alternativa, que passa pela contenção da máquina no subsolo, avançou o Correio da Manhã. A Câmara vai pagar cerca de 2 milhões de euros para a máquina ficar 'enterrada'.
Cerimónia marca avanço no túnel do Plano Geral de Drenagem de Lisboa
Bruno Colaço/Jornal de Negócios
O segundo túnel deverá ficará concluído em 2026
O PGDL terá um investimento total de cerca de 250 milhões de euros e servirá para reaproveitar água e proteger a capital das cheias e inundações. A escavação do primeiro túnel, entre Campolide e Santa Apolónia, teve início em 2023 e ficou concluída em julho deste ano. Citado pelo site oficial da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas relembrou a importância deste projeto para o futuro. “[Vai] proteger a cidade de cheias, inundações cada vez mais frequentes”, mas vai também “permitir reaproveitar a água para regar jardins, lavar ruas, e combater incêndios”. O segundo túnel, que vai ligar Chelas ao Beato, deverá ficar concluído em abril de 2026.Artigos Relacionados
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