Relações promíscuas num País a arder
Sandra Felgueiras
18 de agosto

Relações promíscuas num País a arder

O jornalismo é um serviço público demasiado importante para ser liderado por quem não é livre ou deixou de ser. E esta é uma lição que não se encaixa apenas em Sérgio Figueiredo. Há muitos comissários políticos espalhados pelas redações.

O caso Sérgio Figueiredo e a dupla contratação por Fernando Medina, primeiro para a Câmara de Lisboa, logo após ter saído da TVI, (como noticiou a SÁBADO) e agora como consultor do Ministério das Finanças, para exercer funções que já estão destinadas a um organismo com 65 funcionários, provocou um sobressalto cívico e político.

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