Nunca mais é domingo
João Paulo Batalha
26 de janeiro

Nunca mais é domingo

Como eleitor indeciso, tenho pouco a que me agarrar. Face à missão impossível de tornar os partidos mais atrativos, precisamos de mais democracia menos partidária.

A proeminência que nos últimos dias ganharam os animais de estimação dos candidatos às legislativas de domingo é o sinal de uma campanha eleitoral pouco estimável. Entre a euforia e o enrascanço, cada partido anda demasiado ocupado a mobilizar as suas tropas para promover qualquer debate sério e aprofundado sobre os problemas do país, num contexto europeu e internacional cada vez menos amigável. 

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