A culpa já morre solteira
Ana Rita Cavaco
13 de abril

A culpa já morre solteira

Jorge Coelho criticou-me algumas vezes. Uma delas, violentamente. Um dia fizemos as pazes. Pediu-me desculpa pelo exagero. Eu desculpei-o pelo carácter.

Morreu o político que não quis deixar morrer a culpa. É assim que será recordado Jorge Coelho. O governante que não esperou por investigações, inquéritos ou relatórios para explicar ao País o que significa assumir responsabilidade política.

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