Sábado – Pense por si

José Maria  Ricciardi morreu no dia 24 de março, por volta das 23h. Tinha  71 anos
Ana Taborda

Ricciardi: a vida do banqueiro que dançava samba e colecionava canários

Foi procurar um médico nos EUA, fez tratamentos na Fundação Champalimaud, e enquanto a doença permitiu continuou a trabalhar, a caçar e a ver jogos do Sporting. Já doente, marcou reuniões para refundar um banco com a marca Espírito Santo. Tinha 6 anos quando decidiu ser banqueiro - e já não mudou de ideias. Como nunca desistiu de casar com uma mulher que tinha três filhos.

Alexandre R. Malhado e Rita Rato Nunes

Quem é quem na máquina dos candidatos presidenciais

Os que se agarram ao telefone e às redes sociais, os ideólogos, os estrategas e os convocados para ir à televisão. Quem é quem nas tropas dos cinco principais candidatos.

3
Manuel António Mota com a mulher e os filhos. Nos anos 60 chegava a estar seis meses fora
Fernando Esteves

As aventuras da família Mota

Nos anos 40, Manuel Mota montou escritório numa pensão em Luanda e em 1962 já tinha o apoio de Wall Street. António Mota expandiu o negócio criado pelo pai.

Carlos Moedas em entrevista à SIC, na noite de domingo
Rita Rato Nunes

Moedas "aumentou em 30% a manutenção" do elevador da Glória?

Autarca de Lisboa defendeu, em entrevista à SIC, no domingo à noite, que não há "nenhum erro que possa ser imputado a uma decisão" sua e que investimento na manutenção até aumentou no seu mandato. Não é isso que sugere o relatório de contas do Câmara. No caso dos elétricos, verba foi reduzida desde 2021.

Carlos Costa vai receber Seguro
Alexandre R. Malhado e Maria Henrique Espada

Quem tem medo de António José Seguro?

Abriu a época do tiro ao Seguro, mas o exercício dividiu o partido e fez recuar a direção. Não o deve fazer recuar a ele e alguns acham mesmo que até o vai ajudar. Pedro Nuno Santos? “Vai perceber. É um caminho”, diz um segurista. Os resistentes são um caso de “psicanálise partidária”, diz outro.

Tiago Carrasco

1973: As últimas badaladas do regime

Na viragem para 1974, capitães conspiravam, maoistas proliferavam nas universidades e fações armadas planeavam sequestros. Poucos suspeitavam que o 25 de Abril estava à porta. O ambiente político e as conspirações na última passagem de ano em ditadura.

5
Margarida Davim

PS, a arte de reciclar derrotados

Houve acusações de traição, debates muito duros, até ataques pessoais, mas o PS nunca ostracizou aqueles que disputaram a liderança e ficaram pelo caminho.

A Newsletter SÁBADO Edição Manhã no seu e-mail
Tudo o que precisa de saber sobre o que está a acontecer em Portugal e no mundo. Enviada de segunda a domingo às 10h30