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Ucrânia: Von der Leyen promete apresentar em breve novo pacote de sanções à Rússia

Lusa 15:38
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As sanções da União Europeia contra a Rússia visam atualmente mais de 2.700 indivíduos e empresas.

A presidente da Comissão Europeia prometeu esta segunda-feira apresentar em breve o 20.º pacote de sanções à Rússia, com o intuito de pressionar Moscovo a entrar em negociações com "a intenção genuína de chegar à paz".

Ursula Von Der Leyen com Zelensky
Ursula Von Der Leyen com Zelensky

Numa publicação na rede social X, Ursula von der Leyen relatou ter falado hoje à tarde por telefone com o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e lamentou que, numa altura em que se está quase assinalar o quarto ano de guerra na Ucrânia, a Rússia "continue a cometer crimes de guerra, com ataques a infraestruturas civis e casas".

"Dia após dia, ano após ano, o apoio da Europa à Ucrânia permanece inabalável", escreveu Von der Leyen.

A presidente da Comissão Europeia salientou que a União Europeia (UE) já enviou "centenas de geradores" para a Ucrânia, além de ter anunciado um empréstimo de 90 mil milhões de euros para os próximos dois anos e de estar a elaborar com os Estados Unidos um "plano de prosperidade" para Kiev.

"E, muito em breve, iremos apresentar o nosso 20.º pacote de sanções. Trata-se de pressionar a Rússia a vir para a mesa de negociações com a intenção genuína de chegar à paz", afirmou a líder do executivo comunitário.

Em outubro, a UE adotou o 19.º pacote de sanções à Rússia, que inclui um bloqueio total das importações de gás natural liquefeito (GNL), novas restrições financeiras que proíbem transações com bancos russos e instituições em países terceiros, e medidas contra os sistemas de pagamento russos.

As sanções da União Europeia contra a Rússia visam atualmente mais de 2.700 indivíduos e empresas.

A Ucrânia tem contado com ajuda financeira e em armamento dos aliados ocidentais desde que a Rússia invadiu o país, em 24 de fevereiro de 2022.

Os aliados de Kiev também têm decretado sanções contra setores-chave da economia russa para tentar diminuir a capacidade de Moscovo de financiar o esforço de guerra na Ucrânia.

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