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Tesla. A crise no império de Elon Musk

Rita Rato Nunes
Rita Rato Nunes 26 de março de 2025 às 23:00

Em três meses, a Tesla perdeu 800 mil milhões de dólares, vendas e ações afundaram, há protestos e fogo posto nos stands. Quanto mais o multimilionário corta na máquina pública e apoia a extrema-direita, pior o efeito. Já só ele parece acreditar que é uma fase.

Carros em chamas, atingidos com tiros, riscados, pintados com suásticas (numa referência à saudação nazi que Elon Musk fez na tomada de posse do Presidente Donald Trump), e pneus furados. Concessionários e postos de carregamento vandalizados. No estado norte-americano do Colorado, foram atirados cocktails molotov contra teslas. Em Tucson (Arizona), Palo Alto (Califórnia), Saint Louis (Missouri), Dayton (Ohio), Jacksonville (Flórida) e Charlotte (Carolina do Norte), centenas de pessoas reuniram-se em protestos sonoros contra o fabricante de carros elétricos detido pelo homem mais rico do mundo e, desde janeiro, o responsável por cortes drásticos na administração pública através do Departamento de Eficiência Governamental (DOGE, na sigla em inglês) e em investimentos externos.

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