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FBI investiga possíveis conexões entre cientistas desaparecidos e mortos e inclui caso de Nuno Loureiro

Luana Augusto
Luana Augusto 20 de abril de 2026 às 19:09
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Português estava a estudar a possibilidade de obter uma fonte de energia competitiva com o petróleo mas acabou por morrer a tiros nos EUA. Este é agora um dos casos que está a ser investigado pelas autoridades.

A Casa Branca revelou que pediu ao FBI para investigar possíveis ligações entre os casos dos cientistas desaparecidos e mortos nos últimos anos que trabalhavam em assuntos sensíveis relacionados com o espaço e a defesa. Entre esta lista está o cientista português Nuno Loureiro, que foi morto a tiro em Boston, Estados Unidos, em dezembro do ano passado, e que estaria a estudar a possibilidade de obter uma fonte de energia a partir da fusão nuclear que seria competitiva face ao petróleo.

Filha de Nuno Loureiro testemunha crime e ajuda autoridades na descrição do atirador
Filha de Nuno Loureiro testemunha crime e ajuda autoridades na descrição do atirador Jake Belcher/MIT via AP

"Espero que seja aleatório", disse o presidente Donald Trump em declarações aos jornalistas ao sair de uma reunião que abordou esse assunto. "É algo muito sério. Espero que seja coincidência, ou como queiram chamar. Mas algumas dessas pessoas eram muito importantes, e vamos analisar a situação nas próximas semanas."  

Na sexta-feira, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, escreveu que a investigação da Casa Branca não irá deixar nenhuma "pedra sem ser revirada". "Diante das recentes e legítimas perguntas sobre esses casos preocupantes e do compromisso do presidente Trump com a verdade, a Casa Branca está a trabalhar ativamente com todas as agências relevantes e com o FBI para analisar todos os casos de forma abrangente e identificar quaisquer pontos em comum que possam existir", esclareceu. "A Casa Branca fornecerá atualizações assim que as tivermos."

Talvez o caso de maior repercussão envolva William "Neil" McCasland - um general aposentado da Força Aérea dos Estados Unidos que administrou um programa de ciência e tecnologia. Na altura, o desaparecimento do homem de 68 anos levou as autoridades e emitir um "alerta" próprio para quando um idoso ou alguém com problemas de saúde desaparece. Segundo as autoridades, o cientista já havia apresentado uma "névoa mental" e os investigadores consideraram que não havia indícios de crime, apesar de um revólver ter desaparecido da sua residência.

O outro caso é o de Eskridge, que morreu a 11 de junho de 2022, no Alabama, supostamente com um ferimento de bala autoinfligido. Com apenas 34 anos, foi cofundadora do Instituto de Ciência Exótica e havia descoberto a "antigravidade". 

"Descobrimos a antigravidade, e as nossas vidas foram para um buraco e as pessoas começaram a sabotar-nos", disse numa entrevista concedida em 2020 ao youTuber Jeremy Rys. "É assédio, ameaças. É horrível. (...) Se te expões vão te enterrar. Vão incendiar a tua casa enquanto dormes na sua cama, e isso nem vai ser notícia."

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