A Casa do Alentejo, associação de promoção da região alentejana em Lisboa, recebe a partir de junho uma retrospetiva integral do cineasta lusobrasileiro Sérgio Tréfaut, conhecido pelo trabalho realizado em Portugal, sobretudo no género documental.
O ciclo é de entrada livre e acontece na Biblioteca da instituição, com uma sessão por mês que se repete todas as quintas-feiras, a partir das 20h, cobrindo, com um ou dois filmes por sessão, toda a filmografia de Tréfaut, que conta com 13 títulos em mais de 30 anos de carreira.
"Com esta iniciativa queremos promover o cinema português e acima de tudo promover uma forma de ver cinema mais colectiva", dizem os programadores do evento, Bruno Silva e João Maia, que destacam a "visão complexa e aprofundada sobre o país e o povo português" que caracteriza a obra de Tréfaut.
A retrospetiva arranca já esta quinta-feira, 4, com o filme Lisboetas (2004), que se repete a 11, 18 e 25 de junho. Segue-se uma sessão dupla com Paraíso (2021) e Treblinka (2016), que decorre nos dias 2, 9, 16, 23 e 30 de julho. Em agosto, será a vez de Raiva (2018), exibido a 6, 13, 20 e 27.
Na rentrée, a curta-metragem Cante é exibida em sessão com a longa Alentejo, Alentejo, ambas de 2014 - dias 3, 10, 17 e 24 de setembro. Em outubro, passa Viagem a Portugal (2011), a 1, 8, 15, 22 e 29; e em novembro A Cidade dos Mortos, seguida da média-metragem Waiting for Paradise, ambos de 2009, nos dias 5, 12, 19 e 26.
No mês de dezembro, são exibidas as longas Fleurette (2002) e Outro País (1999) e em janeiro de 2027 correm em sessão conjunta a mais antiga e a mais recente obra de Tréfaut: Alcibíades (1992) e A Noiva (2022).