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Cibersegurança, uma das carreiras mais quentes no mercado

Bruno Faria Lopes
Bruno Faria Lopes 15 de fevereiro de 2022 às 14:41

Jovens têm salários de entrada até 1800 euros em Portugal. Os que trabalham para o estrangeiro podem, em pouco tempo, ganhar até 50 mil por ano. Com o negócio a crescer, as empresas de cibersegurança competem por um recurso escasso: as pessoas.

A S21Sec, uma das empresas que atua no negócio da cibersegurança, tinha cerca de 200 trabalhadores há apenas quatro anos. "Duplicámos a equipa entretanto", explica Pedro Leite, o administrador com o pelouro operacional na empresa. Os ataques recentes e muito mediatizados a várias grandes empresas – em particular a Vodafone, um gigante das telecomunicações que investe muito em cibersegurança – estão a fazer mexer um mercado que continuará a crescer e a competir por um bem escasso: as pessoas. "Há um défice tremendo", aponta Pedro Leite.

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