Albufeira. Presidente da câmara do Chega nomeia irmã
Marco Alves
O esperado excedente da oferta global numa altura em que as novas plantações no Equador estão a atingir a maturidade deverá manter os preços no vermelho.
Depois das fortes subidas do preço desta matéria-prima agrícola em 2023 (178%) e em 2024 (70%), sobretudo devido às fracas colheitas nos principais países produtores — com destaque para a Costa do Marfim e o Gana — por conta das más condições climatéricas, que levaram a um défice da oferta, agora o cenário inverteu-se. As culturas revelam-se mais promissoras e, assim, os preços começaram a cair e o recuo desde o início do ano é já de 45,4%.
Leia mais no Jornal de Negócios