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Ameaça de tarifas está de volta. Trump quer taxar bens sul-coreanos em 25%

A arma comercial preferida do Presidente dos EUA está de regresso, com a ameaça de taxas de 25% sobre a Coreia do Sul caso o parlamento não ratifique o acordo entre os dois países. Nas últimas semanas, foram vários os países visados, por motivos diferentes.

As ameaças de tarifas por parte de Donald trump estão de regresso, desta feita sobre a Coreia do Sul. O Presidente dos EUA quer que o país asiático passe a pagar taxas de 25%, face aos atuais 15%, devido ao que diz ser a falha dos legisladores sul-coreanos em ratificar o acordo comercial que os dois países assinaram no ano passado.

Trump otimista sobre controlo da Gronelândia pelos EUA após reuniões com líderes europeus
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“Porque a legislatura coreana não implementou o nosso acordo histórico, que é a sua prerrogativa, estou a aumentar as tarifas sul-coreanas sobre automóveis, madeira, fármacos e todas as restantes tarifas recíprocas de 15% para 25%”, escreveu Trump nas redes sociais.           

Apesar dos acordos comerciais alcançados com dezenas de países após ter lançado a política das "tarifas recíprocas", as ameaças de tarifas de Trump regressaram nas últimas semanas. O Presidente dos EUA disse que iria implementar taxas de 100% sobre o Canadá caso o país vizinho do norte alcançasse um acordo comercial com a China, procurando impedir que os produtos chineses chegassem por essa via aos EUA.

A arma comercial preferida de Trump também foi lançada sobre oito países europeus (Dinamarca, Noruega, Suécia, França, Alemanha, Reino Unido, Países Baixos e Finlândia), devido à resistência em apoiarem os esforços dos EUA para controlar a Gronelândia. A ameaça acabou por ser retirada dias mais tarde, depois de os EUA terem chegado a um princípio de acordo sobre o território com a NATO para a segurança no Ártico, sem serem apresentados detalhes.        

Noutro plano, Trump ameaçou também vários países que têm ligações comerciais com o Irão devido à vaga de protestos que abalou o país e que foram fortemente reprimidos, causando dezenas de milhares de vítimas. Os EUA visaram países como a Rússia, o Brasil, a Turquia, a Índia ou a China, prometendo implementar tarifas nos produtos enviados para os EUA caso continuassem a apoiar o regime teocrático de Teerão.