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Cadernetas, saquetas e nostalgia alimentam nova corrida aos cromos da Panini

A procura em Portugal superou as previsões da marca. “A magia de abrir a saqueta nunca acaba”, diz à SÁBADO Lluís Torrent, diretor-geral da Panini em Portugal e Espanha.

Há uma pergunta que voltou a entrar no quotidiano de papelarias, tabacarias e quiosques portugueses: “Tem cromos do Mundial?” A resposta, durante várias semanas, foi quase sempre negativa. As cadernetas e saquetas da Panini para o Mundial de 2026 esgotaram em vários pontos de venda, geraram telefonemas sucessivos para lojas, deslocações entre cidades, grupos de troca e uma corrida que já ultrapassou a infância a que o produto costuma ser associado.

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