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"Tinha os braços presos à marquesa": Parlamento elimina "violência obstétrica" da lei e mãe não esconde revolta

O primeiro parto de Ana Sprit ficou marcado por abandono, falta de comunicação e procedimentos que diz não ter consentido. Enquanto espera o terceiro filho, lamenta a decisão do Parlamento de retirar da lei o termo "violência obstétrica".

“Para além de me tratarem mal nas consultas médicas e ameaçarem que o meu filho iria morrer por estar a tomar as decisões erradas, tinha acordado com o médico fazer uma indução com um 'balão de fole' [método mecânico utilizado para induzir ou preparar o trabalho de parto] e não foi nada disso que aconteceu”. É assim que Ana Sprit recorda o nascimento do primeiro filho, em 2017, um parto que ficou marcado por várias complicações.

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