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Reguladores de medicamentos contestam estratégia de várias doses de reforço

Sebastião Almeida
Sebastião Almeida 21 de janeiro de 2022 às 15:40

Relatório da ICMRA aponta que a efetividade da proteção vacinal contra a variante Ómicron é menor, mas que continua a evitar doença grave e risco de hospitalização, especialmente com dose de reforço. A criação de novas vacinas que se adaptem a futuras variantes poderá ser o caminho para o combate à covid-19.

Um relatório da International Coalition of Medicines Regulatory Authorities (Coligação Internacional de Autoridades Reguladoras de Medicamentos ou ICMRA), divulgado esta sexta-feira, sobre o impacto da variante Ómicron na severidade da doença causada pelo SARS-CoV-2, concluiu que a vacinação oferece menos proteção contra a infeção e doença moderada provocada por esta variante que já é dominante na Europa, mas que continua a representar uma "proteção considerável contra hospitalização e doença severa, especialmente depois de uma dose de reforço", refere umcomunicado publicadona página de Internet da European Medicines Agency (EMA).

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