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A guerra já usa robôs. O próximo passo podem ser máquinas com forma humana

A guerra na Ucrânia acelerou o uso de sistemas autónomos e robôs terrestres. Para João Silva Sequeira, professor e investigador em robótica, os humanoides podem chegar em poucos anos, mas continuam limitados.

A imagem ainda pertence, em grande parte, ao território da ficção científica: máquinas com forma humana, capazes de substituir soldados em missões de reconhecimento, logística ou combate. Mas a distância entre laboratório, indústria e campo de batalha está a encurtar. Numa reportagem recente, a visitou a , uma empresa norte-americana de robótica que está a desenvolver o , um robô humanoide de 1,80cm e 80kg, pensado para aplicações civis e militares.

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