Mais de 200 mil casas na Ucrânia ficam sem energia
A operação tem sido repetida pela Rússia em todas as estações frias dos quase quatro anos de guerra, com o objetivo de enfraquecer a vontade de resistência dos ucranianos.
A operação tem sido repetida pela Rússia em todas as estações frias dos quase quatro anos de guerra, com o objetivo de enfraquecer a vontade de resistência dos ucranianos.
Discussões, que se realizarão na Florida, ocorrem num momento em que uma série de bombardeamentos russos contra as infraestruturas da Ucrânia provocaram cortes de energia no meio do inverno.
Vitali Klitschko afirmou que a prioridade “é a segurança das crianças e a preservação do processo educativo, mesmo em condições difíceis".
Nos edifícios altos, o abastecimento de água e o aquecimento representam um desafio maior do que nas habitações ou nas zonas rurais.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou, este sábado, que Kiev mantém contactos quase diários com os EUA, numa fase decisiva das negociações para pôr fim à guerra na Ucrânia.
Novos ataques russos na noite de quinta para sexta-feira privaram de aquecimento metade dos edifícios residenciais de Kiev, levando o presidente da câmara da capital ucraniana a apelar à população para que saísse temporariamente da cidade.
Este financiamento fornecerá novos veículos, sistemas de comunicação e capacidades de proteção contra 'drones', garantindo que as tropas britânicas estão prontas para o destacamento.
Aconteceu esta sexta-feira, perto da fronteira com a Polónia.
A Rússia também atingiu infraestruturas críticas na cidade ocidental de Lviv
Luís Marques Mendes e André Ventura, candidatos às eleições presidenciais, anunciaram que estarão presentes.
Governador de Dnipropetrovsk, Vladyslav Gaivanenko, afirmou através das redes sociais que a "situação é difícil".
Apesar de Moscovo ser afetado por estas ações militares, uma vez que parte do seu petróleo era proveniente da Venezuela, esta operação poderá jogar a seu favor. A captura de Maduro tornará mais difícil a possibilidade de outros países condenarem a sua ofensiva na Ucrânia.
Na conversa foi abordada a assinatura da chamada Declaração de Paris, que define as garantias de segurança que a Ucrânia receberá caso alcance a paz com a Rússia.
Estes ataques ocorrem um dia antes de uma reunião em Paris dos países aliados de Kiev para tentar avançar com uma resolução do conflito mais sangrento na Europa desde a Segunda Guerra Mundial.
Kiev tinha já dito que defende "o direito das nações de viver livres de ditadura, opressão e violações dos direitos humanos".
A Alemanha é o segundo maior apoiante, a seguir aos Estados Unidos.