Uma reportagem para o Germano, em jeito de parabéns

Filipa Teixeira 14 de outubro

Germano Silva, repórter, contador de histórias, “Homem do Porto”, fez ontem, dia 13 de outubro, 90 anos. A ocasião ficou marcada pela apresentação do seu mais recente livro “Porto: As Histórias que Faltavam”.

A sala estava cheia. Lugares da plateia todos preenchidos, cadeiras brancas que se montam instantaneamente a serem posicionadas nas laterais numa correria. As pessoas não paravam de chegar, obrigando os assistentes do auditório da Biblioteca Almeida Garrett a improvisar soluções de última hora. Lá estavam elas, de ramos nas mãos, livros debaixo do braço, emoção nos olhos que ansiavam um abraço, uma foto para a posterioridade, uma simples troca de palavras com o aniversariante do dia, Germano Silva.

Germano tem essa capacidade de mobilização, como Pedro Olavo Simões, o amigo, colega de profissão e moderador desta celebração, bem frisou. O seu nome confunde-se com o da cidade que tão bem escreve nas suas crónicas e não por acaso nos diz, com a generosidade que lhe é característica, "agradeço a presença de toda a gente. A presença significa que o Porto está vivo".

Atrás dele vê-se uma projeção que ocupa quase toda a parede, com a silhueta de uma Praça da Liberdade de antanho que serve de enquadramento para as palavras "Parabéns Germano". Ao lado um roll up - "90 anos de vida, séculos de histórias do Porto" – rodapé de Porto: As Histórias que Faltavam, o livro ali lançado, qual prenda oferecida pelo aniversariante que tanto nos tem dado e que no final ainda nos atira um "Obrigado".

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