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Tempestades: Viver num interminável apagão

Raquel Lito
Raquel Lito 11 de fevereiro de 2026 às 23:00

À luz de velas, Lina pinta e desenha, enquanto Julieta prefere o rádio a pilhas e Vítor segura uma lanterna para guardar a casa destruída. A SÁBADO foi ter com cinco sacrificados pelas tempestades, em freguesias dispersas por Leiria, Ourém e Marinha Grande, que mudaram de hábitos pelos contadores desligados. Veja os três vídeos.

Antes do dilúvio, veio a ventania a mais de 200 km/h que deixou Idalina Simões às escuras. A sua memória recua a 28 de janeiro, perto das 5h, quando começou o seu novo normal em modo apagão: lembra os dois gatos a miar, aterrorizados pelas rajadas, as janelas a estremecer enquanto ela deambulava pela casa, às apalpadelas.

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