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Covid-19: APAV registou aumento da violência contra idosos

Raquel Lito
Raquel Lito 20 de maio de 2020 às 07:00

Cláudia Meira, gestora da Linha de Apoio à Vítima, relata um caso de uma mãe que, para evitar cruzar-se com o filho dentro de casa, até tinha um fogão de campismo na varanda do quarto.

Quando o telefone toca, ela pergunta: "Em que posso ajudar?". As histórias do outro lado da Linha de Apoio à Vítima (116 006, chamada gratuita) são  terríveis: pais que agridem os filhos, ou o inverso, netos que maltratam avós, ofensas verbais, negligências. Cláudia Meira, de 31 anos, é quem mais ouve os relatos. Entrou como voluntária, aos 25 anos. Em situações-limite, prontifica-se a dar apoio – ainda que à distância. Informa, acalma as vítimas com ataques de pânico, reencaminha os casos para atendimento presencial e as denúncias às autoridades.

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