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À espera de beijos das madrinhas de guerra

Susana Lúcio
Susana Lúcio 11 de outubro de 2020 às 08:12

Milhões de aerogramas foram trocados durante a guerra no Ultramar. Elas enviavam novidades da metrópole, eles procuravam consolo e namoradas. Um novo livro conta estas histórias.

A primeira remessa de aerogramas foi colocada à venda no dia 2 de agosto de 1961, cinco meses depois do envio de soldados para Angola. E a iniciativa do Movimento Nacional Feminino, organização de apoio ao Estado Novo, foi um êxito imediato: só nesse mês foram enviados 365 mil aerogramas, escreve Marta Martins Silva no livroMadrinhas de Guerra, lançado este mês pela editora Saída de Emergência.

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