Farrobodó: aqui come que nem um rei

Inês Mendes Oliveira 16 de agosto de 2017

Regada de azeite, a salada de polvo é um dos petiscos para partilhar. A carta foi criada pela chef Susana Tomás, ali desde a abertura do Palácio

A escadaria que se sobe para chegar ao Farrobodó, o novo restaurante do Palácio Chiado, em Lisboa, já foi pisada pelo conde que deu significado à expressão "forrobodó". Antes de ter sido reconvertido e alugado, o Palácio Quintela era o lar de Joaquim Pedro de Quintela, o primeiro conde de Farrobo. Com ele terá nascido a expressão "forrobodó" - é que, acima de tudo, o conde era um bon vivant, adepto de grandes festas e saraus animados frequentados pela nobreza lisboeta.

O Palácio Chiado abriu portas há um ano e a decoração ainda é a original de 1780 que entretanto foi restaurada. Na sala das Sabinas, no último piso, onde está instalado o Sushic, pode provar a nova carta ao balcão ou à mesa em maior companhia. Dita a regra que um forrobodó só o é quando junta muita animação e algazarra. É esta a ideia - de partilha com os amigos. A carta é rica em petiscos e pratos principais que resgatam os clássicos portugueses.

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