Adeptos portistas arremessaram petardos para o relvado do Estoril, que levaram ao atraso do início da segunda parte e à assistência ao guarda-redes Moreira
O FC Porto pode vir a disputar jogos à porta fechada, depois de o Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) ter aberto na terça-feira um processo disciplinar pelos incidentes no terreno do Estoril.
Durante o jogo disputado no sábado e que terminou com o triunfo dos "dragões" (1-0), os adeptos portistas arremessaram petardos para o relvado do Estádio António Coimbra da Mota, que levaram ao atraso do início da segunda parte e à assistência ao guarda-redes Moreira.
Mais tarde, por volta do minuto 70, logo após a ter sido invalidado por fora de jogo um golo ao Fc Porto, foram novamente lançados pelos adeptos portistas mais petardos, obrigando Moreira a fugir do local, tendo o jogo sido parado mais alguns minutos.
Assim, e de acordo com os regulamentos, a infracção dos adeptos portistas pode ser punida com a realização de um a dois jogos à porta fechada, a exemplo do que também pode acontecer com o Sporting de Braga, após a disputa da final da Taça da Liga.
Após o golo que ditou a vitória do Moreirense (1-0), adeptos do Sporting de Braga atiraram petardos para a zona onde os 'cónegos' festejavam o golo da vitória, com dois jogadores a caírem no relvado do Estádio Algarve, embora não tenham ficado lesionados com gravidade.
Além dos processos disciplinares, os bracarenses foram ainda multados em 7.650 euros pelo arremesso de isqueiro e cadeiras para dentro do terreno de jogo e em 1.148 por frases incorrectas dos seus adeptos, enquanto o FC Porto será multado em 5.738 euros, aos quais se acrescentam 3.290 por comportamento incorrecto do público.
Para poder adicionar esta notícia aos seus favoritos deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site da Sábado, efectue o seu registo gratuito.
Os objectivos de Bruxelas de reduzir em 60% até 2050 as emissões de gases com efeito de estufa da indústria aérea surgem como cada vez menos realistas.
Estudos recentes demonstram que atividades artísticas – como desenho, pintura, escultura ou colagem – não só promovem a expressão emocional e a catarse, como induzem estados de relaxamento que reduzem os níveis de cortisol.
Os resultados do “clube do coração” têm mais peso no quotidiano de milhões de portugueses do que as decisões políticas que, na realidade, moldam o seu futuro. Esta obsessão transforma-se em anestesia.